Para gerar outra vida, a concha recebe a areia, que incomoda, e fere, e magoa, mas que, por defesa e ânsia de criação, a ostra envolve com camadas e camadas de Nácar puro... 

(Como proteção, envolve o mínimo grão com sua melhor produção...) E este, ínfimo grão mutante, de mais um entre milhares torna-se único. 

Aquele que, burilado pelo tempo e pelo esforço, pelo contínuo trabalho, pelo doar-se constante de sua agora origem, torna-se pérola... 

Que se mostra, e vive, e brilha, apenas e tão somente quando a concha se abre... 

Ouse, nesta vida, ser concha! 
Permita-se, nesta vida, ser pérola! 

Quando alguém te magoar ou te ferir, revista-se da mais preciosa joia de Deus: cubra-se de amor e ternura. 

Se seguirmos o exemplo da concha, o ódio não terá como se desenvolver, mais o amor se estenderá e será o revestimento mais belo e precioso que será dado em troca de toda areia da vida que venha nos ferir.

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1 comentários:

Roberta Granada M. Bortoluzzi disse...

Oi amiga, adorei todas as novidades do teu blog, seu blog continua lindo, trouxe uma poesia para você,beijokas
Deus te dá a lã e a agulha


E te diz: Crocheta o melhor que puder, um ponto de cada vez.

Cada ponto é um dia na agulha do tempo.

Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,

Terás 365 pontos,

Em dez anos, cerca de 3650 pontos…

Alguns são pelo direito, outros pelo avesso…

Há pontos que se perdem…

Mas que podemos recuperar…

A lã que o bom Deus nos dá,

Para crochetar nossa existência, é de todas as cores:

Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,

Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,

Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,

Branca como a fé que temos nele.

Quantos pontos caberão no crochê de tua vida?

Só Deus é quem sabe !!

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